O time joga bem e em 5 minutos perde. O time pressiona durante 3/4 do jogo e desmorona após um gol. O time tem um pênalti não marcado, manda bola no travessão, perde chances de gol, deixa o adversário acuado, mas de repente dá um branco e pára de jogar.
Coisas do futebol, coisas do futebol.
Me anima o fato de que, depois de quinta-feira, o time está menos em frangalhos do eu imaginava. Isso facilita um pouco as coisas.
Só o tempo consertaria esses problemas, principalmente porque sorte não se compra. E contra ela, fica difícil competir.
Fica esperto, Alonso!
Schumacher ganha a segunda seguida. Sorte? Não, competência. Até porque Schummy já abusou da sorte em seus 7 títulos mundiais. A verdade é que, depois de domingo, uma luz vermelha começa a brilhar na equipe dos carros azuis.
A principal característica da corrida de Nürburgring foi a tensão. Tensão enquanto Schumacher perseguia o então líder Alonso. Tensão quando o alemão ultrapassou o espanhol no segundo pit stop. Tensão quando Felipe Massa (que fez uma corrisa sensacional e conseguiu seu primeiro pódio na categoria) se via ameaçado por Kimi Raikkonen no final da corrida e, por fim, tensão quando Barrichello era pressionado por Fisichella e sua Renault também nas últimas voltas.
A chateação fica por conta de como o Schumacher conseguiu a vitória: nos boxes. Foi-se o tempo que Senna, Mansell, Prost e até o babaca do Piquet brigavam pela liderança na pista, durante 40 voltas.
Tevez voa no 2o gol do Timão




